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1822 - NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS - Hoje |
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F Greenhalgh - F 46 Classe Broadsword - Type 22 Batch 1
D a t a s
Batimento
de Quilha: 7 de fevereiro de
1975 Incorporação (MB): 30 de junho de 1995
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
3.900 ton (padrão), 4.400 ton (carregado).
Eletricidade: 4 geradores diesel Paxman Ventura 12PA 200CZ de 1.000 kw cada. Velocidade: máxima de 29 nós (turbinas Olympus), cruzeiro de 18 nós (turbinas Tyne). Raio de ação: 1.200 milhas náuticas a 29 nós (turbinas Olympus) ou 4.500 a 18 nós (com turbinas Tyne). Armamento:
4 lançadores de mísseis superfície-superfície
MM 38 Exocet; 2 lançadores sêxtuplos de mísseis antiaéreos de defesa
de ponto Sea Wolf GWS 25 Mod. 0; 2 metralhadoras BMARC-Oerlikon GAM BO1
de 20 mm em dois reparos singelos e 2 lançadores triplos STWS Mk 2 de
torpedos A/S de 324mm. Sistema
de Dados Táticos: CAAIS 400,
com Link 11 e 14. Código Internacional de Chamada: PWGH Tripulação: 213 homens, sendo 19 oficiais e 194 praças. Obs: Características da época da incorporação na MB.
H i s t ó r i c o
A Fragata Greenhalgh - F 46, ex-HMS Broadsword - F 88, é o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Guarda-Marinha João Guilherme Greenhalgh, morto na Batalha Naval de Riachuelo. Foi construída pelo estaleiro Yarrow Shipbuilders Ltd., em Scotstoun, Glasgow, na Escócia. O contrato de compra da Greenhalgh, de suas três irmãs e três Varredores da River, num valor de aproximadamente US$ 170 milhões foi assinado em 18 de novembro de 1994, com as transferências ocorrendo a medida que foram dando baixa da Royal Navy. Foi incorporada a Marinha do Brasil em 30 de junho de 1995, em cerimônia realizada em Plymouth, Inglaterra.
1995
Em 6 de julho, realizou sua primeira saída para o mar com tripulação brasileira.
Em 25 de julho, iniciou período de docagem em Devonport.
Em 24 de outubro, chegou ao Rio de Janeiro. A Greenhalgh foi a única das quatro Type 22 recebida com os mísseis MM 38 Exocet instalados, mas também teve retirados os reparos duplos Oerlikon de 30 mm e o sistema de comunicação por satélite SCOT SHF.
1996
Em 4 de março, foi criado o Comando do 2º Esquadrão de Fragatas (ComEsqdF-2) ao qual passou a ser subordinada.
Em dezembro, recebeu os dois canhões Bofors L/70 de 40 mm retirados da Fragata Liberal - F 43, quando esta iniciou o ModFrag.
1998
Entre 16 e 19 de fevereiro, realizou Operação PASSEX, com a Fragata inglesa HMS Brave – F 94, pertencente a mesma classe da qual a Greenhalgh, como HMS Broadsword era líder na Royal Navy.
Entre 1º e 9 de junho, participou da Operação ADEREX-II/98, realizada na área compreendida entre Rio de Janeiro e Vitória. Capitaneou um Grupo-Tarefa, formado pela 1ª Divisão da Esquadra, e que incluía também a F Dodsworth – F 47, CT Paraná - D 29 e a Cv Inhaúma – V 30. Também participaram do exercício, prestando apoio, o S Timbira, os NT Alte. Gastão Motta e Marajó, o RbAM Tridente e o NPa Guaporé, além de aeronaves da MB e da FAB. No período de 7 a 9 de junho, o ComenCh esteve a bordo, acompanhando a operação.
2000
Entre 8 e 17 de fevereiro, participou da Operação ADEREX-I/00, realizada na área compreendida entre Rio de Janeiro e Santos. Integrou o GT 802.1, formado pela 2ª Divisão da Esquadra, e que incluía também a F Defensora – F 41 (capitânia), F União - F 45, CT Paraná – D 29 e a Cv Jaceguai - V 31. Também participaram do exercício, prestando apoio, o S Timbira, RbAM Almirante Guillobel e o NPa Gurupi, além de aeronaves da MB e da FAB.
Em abril, participou da Operação VENBRAS 2000, formando o GT 804.4, sob o comando do 2º Esquadrão de Fragatas, junto com a Cv Jaceguai - V 31 e o S Timbira - S 32. Pela Armada da Venezuela participaram a F Almirante Garcia - F 26 e o NDCC Esequibo - T 62, compondo o GT 804.5. Foi realizada na área marítima entre Recife (PE) e Rio de Janeiro.
Em maio, foi submetida a vistoria de Segurança de Aviação, pelo Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM).
Participou da Operação TROPICALEX/APRESTEX 00, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a FT 803, formada pela 2ª Divisão da Esquadra, sob o Comando do ComemCh. Também integravam a FT 803, as F Niterói, Defensora, Rademaker; NDD Rio de Janeiro; Cv Jaceguai; CT Paraná e os NT Marajó e Almirante Gastão Motta. O S Timbira, navios do 1º, 2º e 3º DN e aeronaves da FAB apoiaram a Operação. Foram visitados os portos de Salvador (BA), Recife (PE), Cabedelo (PB), Natal (RN) e Maceió (AL).
Entre 20 de junho e 6 de julho, participou das operações ADEFASEX III/IV e ADEREX III/00, na área marítima entre o Espírito Santo e São Paulo. Além da Greenhalgh (capitânia), integravam o GT sob o comando do CA Luiz Sérgio Oneto Araújo (ComDivE2), participaram a F Niterói, F Independência, F União, F Rademaker, CT Paraná e a Cv Júlio de Noronha. Também participaram, o S Tamoio, o NT Marajó e aeronaves da FAB. Foram visitados os portos de Santos (SP) e Vitória (ES).
2001
Entre 13 e 24 de janeiro, participou da Comissão CATRAPO/HELITRAPO realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Vitória, integrando o GT 801.4 como escolta do NAeL Minas Gerais – A 11.
Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 2º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-2), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000, o mesmo que extinguiu o ComEsqdF-2.
Em 16 de fevereiro, integrou o GT 802.1, composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), F Liberal - F 43, Rademaker - F 49, CT Pernambuco - D 30 e a Cv Frontin - V 33, que participou da Operação ARRIVEX, a chegada do NAe São Paulo - A 12, ao Brasil.
Em março, realizou exercício em conjunto com o CT Pernambuco - D 30 e o S Tamoio - S 31, na região de Cabo Frio (RJ).
2003
Realizou PMG - Período de Manutenção Geral.
2005
Entre os dias 20 de junho e 7 de julho, participou da Operação ADEREX II/05 que foi realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Salvador sob o comando geral do ComemCh, VA Aurélio Ribeiro da Silva Filho. Os exercícios foram coordenados pelos Comandantes da Div1, CA Sergio Antonio da Conceição Freitas, e, o da Div 2, CA Carlos Augusto de Sousa, tendo como sua capitânia a Greenhalgh. A Força-Tarefa foi composta também pelas F Independência – F 44 (capitania/ComemCh), Rademaker – F 49, Cv Inhaúma – V 30, NDD Ceará – G 30 (capitania/ComDiv1) e o NT Marajó – G 27. Na segunda fase da ADEREX II/05, já em Vitória, juntam-se ao exercício a Cv Jaceguai – V 31 e o CT Pará – D 27. O NPa Gurupi – P 47 e o S Tapajó – S 33 representaram a OPFOR.
Entre 20 e 28 de setembro, integrando GT com as F Defensora - F 41 (capitânia), Liberal - F 43, Independencia - F 44 e Greenhalgh - F 46, o CT Pará - D 27, as Cv Inhaúma - V 30 e Jaceguai - V 31, o NT Marajó - G 27 e o S Tupi - S 30, participou da Operação MISSEX-05, quando foi afundado em alto-mar, ao largo da costa do Rio de Janeiro, o casco do ex-NTrT Soares Dutra - G 22, que depois de receber um missil Exocet MM-40 disparado pela F Greenhalgh - F 46, disparos de canhão dos navios do GT, foi finalmente posto a pique por uma esquadrilha de caças A-1 AMX. Foi visitado o porto de Santos (SP). Depois de concluir a MISSEX-05, realizou exercicios A/S com o S Tupi - S 30, na região de Arraial do Cabo.
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
I m a g e n s
H i s t ó r i c o A n t e r i o r
B i b l i o g r a f i a
- Baker
III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD:
Naval Institute Press, 1998.
- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SDGM, n.º 676, jul. 1998; n.º 677, ago. 1998; n.º 696, abr. 2000; n.º 698, jun. 2000; n.º 699, jul. 2000; n.º 706, fev. 2001; n.º 708, abr. 2001.
- Marine News - Journal of The World Ship Society, Vol.XLX, nº 10, Out. 1995.
- Revista Força Aérea. Rio de Janeiro, Action Editora, n.º23, jun./jul./ago. 2001.
- ALIDE - Agência Linha de Defesa, 2004.
- Folheto Bem-Vindo a Bordo da Fragata Greenhalgh - F 46 |
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