1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

 

F Liberal - F 43

Classe Niterói Mk 10

 

"Nosso barco, nossa alma"

 

"Lili"

 

"FLIBER"

 

 

D a t a s

 

Batimento de Quilha: 2 de maio de 1975
Lançamento: 7 de fevereiro de 1977
Incorporação: 18 de novembro de 1978

 

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 3.200 ton (padrão), 3.800 ton (carregado).
Dimensões: 129.2 m de comprimento, 13.5 m de boca e 5.9 m de calado.
Propulsão: CODOG (Combined Diesel or Gas) com 2 turbinas a gás Rolls-Royce Olympus TM3B 28.000 shp cada; 4 motores MTU 16V956 TB91 de 3.940 bhp cada, acoplados a dois eixos e dois hélices Escher-Wyss passo variável.

Eletricidade: 4 geradores diesel de 1.000 kw cada.

Velocidade: máxima de 30.5 nós.

Raio de ação: 1.300 milhas náuticas a 28 nós (turbinas Olympus) ou 4.200 a 19 nós (4 motores diesel).
Armamento: 2 canhões Vickers Mk 8 de 4.5 polegadas/55 calibres (114mm); 2 canhões Bofors L/70 de 40 mm; em dois reparos singelos; 4 lançadores de mísseis superfície-superfície MM 38 Exocet; 2 lançadores triplos de mísseis antiaéreos de defesa de ponto Sea Cat; um morteiro duplo do foguetes SR-375 BOROC de 375mm e 2 lançadores triplos STWS Mk 1 de torpedos A/S de 324mm.
Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo Plessey AWS-2, com o IFF Mk 10; 1 radar de vigilância de superfície ZW-06;
agulhas giroscópicas Sperry Mk-19; 2 radares de direção de tiro Orion RTN-10X; MAGE FH-5 radiogoniometro HF D/F; Decca RDL-2/5 e CDL-160 radiogoniometro VHF; e sonar de casco EDO-610E.

Sistema de Dados Táticos: CAAIS, com Link 11.
Aeronaves: 1 helicóptero Westland SAH-11 Lynx.

Código Internacional de Chamada: PWLI

Tripulação: 209 homens, sendo 22 oficiais e 187 praças.

Obs: Características da época da incorporação.

 

 

H i s t ó r i c o

 

A Fragata Liberal - F 43, é o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. A Liberal foi a quarta de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a quarta construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra. Teve sua quilha batida em 2 de maio de 1975, foi lançada e batizada em 7 de fevereiro de 1977. Depois de realizar as provas de mar, foi aceita e incorporada em 18 de novembro de 1978. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Hilton da Silva Sobrinho.

 

A oficialidade do recebimento da Liberal foi a seguinte:

 

     - CMG Hilton da Silva Sobrinho - Comandante
     - CF José Alberto Accioly Fragelli - Imediato
     - CC ? - CheMaq
     - CC ? - CheOpe
     - CC ? - CheArm
     - CT ?

     - CT ? - Enc.Div. Saúde
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?
     - CT ?

 

1979

 

Em 13 de dezembro, embarcou na Liberal, o Exmo. Sr. Presidente da Republica João Baptista de Oliveira Figueiredo, acompanhado pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca e demais autoridades, para assistir a Parada Naval em comemoração ao Dia do Marinheiro.

 

1980

 

Entre 7 e 28 de janeiro, participou da Comissão ASPIRANTEX/80, integrando a Força-Tarefa 10.1 comandada pelo Comandante em Chefe da Esquadra (ComenCh), Vice-Almirante Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11, CT Mariz e Barros - D 26, Alagoas - D 36, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35, Rio Grande do Norte - D 37, S Goiás - S 15 e Tonelero - S 21 e o NT Marajó - G 27. Foram visitados os portos de Recife-PE, Fortaleza-CE, Salvador-BA e Vitória-ES.

 

1981

 

Em 23 de setembro, integrou um GT composto também pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), que realizou exercício no litoral do Rio de Janeiro, assistido pelos estagiários da Escola Superior de Guerra (ESG).

 

Entre 28 de setembro e 15 de outubro, participou da Operação FRATERNO III realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Liberal, integravam o GT 100.2, sob o comando do Contra-Almirante Hugo Stoffel, ComForf, a F Niterói - F 40, os CT Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38, o NT Marajó - G 27 e o S Goiás - S 15. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Guerrico - P 2 e ARA Granville - P 3 e o S ARA San Luis - S 32.

 

1982

 

Na segunda quinzena de maio, participou da Operação NORDESTEX 82, realizada no litoral do nordeste, sob o comando do VA Hugo Stoffel, ComForF. Também participaram as F Independência - F 44, Constituição - F 42 e Niterói - F 40, além de Navios-Varredores, Corvetas e aeronaves do COMAT - Comando Aerotático da FAB. Foram visitados os portos de Salvador -BA e Recife-PE.

 

1984

 

Entre 1º e 10 de outubro, participou da Operação FRATERNO VI realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Liberal, integravam o GT brasileiro sob o comando do Chefe do Estado-Maior da Força de Contratorpedeiros, CMG Sergio Gitirana Chagasteles, a F Niterói - F 40, os CT Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38 e o S Ceará - S 14, além de três helicópteros da ForAerNav. O GT argentino era composto pela F ARA Heroina - D 12, a Cv ARA Drummond - P 1 e o S ARA San Luis - S 32. Foi visitado o porto de Mar del Plata (Argentina).

 

1985

 

Em janeiro, integrou o GT que realizou a Operação TROPICALEX I/85, na área marítima entre os litorais de São Paulo e Pernambuco, sob o comando do Vice-Almirante Bernard David Blower, ComenCh. O GT era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Niterói - F 40 e Defensora - F 41, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelo NTrT Barroso Pereira - G 16 e pelo NT Marajó - G 27. Participaram como navios escoteiros os S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NO Belmonte - G 24. Foram visitados os portos de Recife-PE, Cabedelo-PB, Maceió-AL, Salvador-BA, Vitória-ES e Santos-SP.

 

Em 27 de janeiro, em escala em Vitória durante a TROPICALEX I, recebeu pedido de SOS do POIT, zarpando com destino a Ilha da Trindade onde no dia 30 lançou seu He Lynx em missão aeromédica para evacuar um tripulante da ilha para o Hospital Evangélico de Vila Velha-ES.

 

Em 1985, tornou-se a primeira Fragata da classe Niterói a ser docada na ENRJ - Estação Naval do Rio de Janeiro, hoje Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ).

 

Em 28 de maio, zarpou do Rio de Janeiro em comissão ao exterior denominada HALIFAX 85, para realizar exercícios conjuntos com unidades da OTAN no Atlântico Norte, realizando escalas em Recife-PE, Cabo Orange (Guiana Francesa), San Juan (Puerto Rico), Hamilton (Bermudas), Halifax (Canadá), Fort Lauderdale-FL (EUA), Fortaleza-CE e Salvador-BA. No trecho Hamilton - Halifax esteve incorporada ao GT-800.1.

 

No final de julho, em Salvador integrou-se a um GT que realizava a Operação TROPICALEX II/85, retornando ao Rio de Janeiro em 2 de agosto.

 

Até 30 de agosto de 1985 a Liberal já tinha atingido as marcas expressivas de 495,0 dias de mar, 122.501 milhas navegadas, 95 comissões, 1118 pousos a bordo e uma comissão no exterior.

 

Entre 1º e 17 de dezembro, integrou o GT que realizou a Operação PINGÜIM, na área marítima entre o Rio de Janeiro e Rio Grande (RS). O GT era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora – F 41, Constituição - F 42 e União - F 45, os CT Mato Grosso - D 34, Sergipe - D 35, Piauí - D 31, Rio Grande do Norte - D 37, Espírito Santo - D 38, Santa Catarina - D 32 e Alagoas - D 36, os S Amazonas - S 16, Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22, o NT Marajó - G 27, NSS Gastão Moutinho - K 10 e o NO Belmonte - G 24. Também participaram do exercício aeronaves da ForAerNav e da FAB.

 

Em 13 dezembro, esteve em Santos (SP) integrando um GT composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), os CT Piauí - D 31, Sergipe - D 35 e Rio Grande do Norte - D 37, onde participou das comemorações do Dia do Marinheiro, presididas pelo ComemCh VA Hugo Stoffel.

 

1986

 

Foram substituídas as agulhas giroscópicas Sperry Mk-19 pelas Mk-29.

 

Em agosto, acompanhada do CT Mariz e Barros – D 26 participou da Operação VENBRAS/86 realizada em águas jurisdicionais da Venezuela. Pela Marinha Venezuelana participaram as quatro fragatas classe Mariscal Sucre (Lupo), três FAC classe Constitución (Vosper 170), e o S ARV Caribe – S 32.

 

Em 22 de outubro, integrou um GT composto também pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia) e pelo S Amazonas – S 16, que realizou exercício no litoral do Rio de Janeiro, assistido pelos estagiários da Escola Superior de Guerra (ESG).

 

1987

 

Em 19 de maio, partiu do Rio de Janeiro, integrando um GT sob o comando do CA Mauro César Rodrigues Pereira, composto pelas F Niterói - F 40, Defensora – F 41, Independência – F 44 e União – F 45, que participou da Operação ADEREX II/87. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Em 18 de julho, chegou a Base Naval de Roosevelt Roods (Porto Rico), dando inicio a participação da MB na Operação UNITAS XXVIII. Foi formada a Força-Tarefa 138, composta também pelos Contratorpedeiros USS Arthur W. Radford - DD 968, USS John King - DDG 3, Fragata USS De Wert - FFG 45, NDCC USS Barnstable County - LST 1197 e SNA USS Dace - SSN 607, pela U.S.Navy, e pelas Fragatas ARV General Urdaneta - F 23, ARV Mariscal Sucre - F 21 e ARV General Salom - F 25 e o Submarino ARV Sabalo - S 31. Nessa fase do exercício, realizado no Caribe, a Liberal realizou um lançamento real de torpedo A/S Mk 46 sobre alvo submarino. Além de Porto Rico, visitou Barbados. Depois dessa fase da Operação os navios venezuelanos retornaram ao seu pais seguindo a Liberal e os demais para Recife onde se juntaram a um Grupo-Tarefa composto pela F União - F 45, CT Rio Grande do Norte - D 37, CT Alagoas - D 36 e CT Mariz e Barros - D 26, NT Marajó - G 27 e o S Tonelero - S 21. Foram visitados os portos de Recife-PE, Salvador-BA e Montevideo (Uruguai).

 

1988

 

Entre 12 e 30 de setembro, participou da Operação FRATERNO X realizada em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Liberal, integravam o GT brasileiro a F Niterói - F 40, os CT Mariz e Barros - D 26 e Rio Grande do Norte - D 37 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era composto pelo CT ARA Hercules - D 1, as F ARA Almirante Brown - D 10 e ARA Heroina - D 12, as Cv ARA Drummond - P 1, ARA Espora - F 41 e o Aviso ARA Tenente Olivieri - A 2. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano, Mar del Plata e Buenos Aires (Argentina).

 

Realizou Ciclo de Adestramento Completo, com o apoio do Centro e Apoio de Sistemas Navais (CASOP), recém estabelecido.

 

1989

 

Em 2 de março, participou das buscas e rebocou o B/P "Da Hora V" que estava sem máquinas e fazendo água a cerca de 70 milhas ao sul da Ponta de Joatinga, próximo a Ilha Grande. A Liberal, encontrava-se a 100 milhas do local do incidente quando foi acionada. Às 02:40h do dia 3 de março, entregou o reboque do Pesqueiro ao Rebocador "Servmar XVI", nas proximidades da Ilha Grande.

 

Entre agosto e setembro, participou da Operação UNITAS XXX integrando o GT brasileiro composto também pela F Independência - F 44, CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26 e Espírito Santo - D 38, o NT Marajó - G 27 e os S Goiás - S 15 e Amazonas - S 16. Também participaram desse exercício o GT argentino composto pela Cv ARA Guerrico - P 2, o GT uruguaio pelos CTE ROU 18 de Julio - DE 3 e ROU Artigas - DE 2, e o GT norte-americano, comandado pelo CA (USN) John R. Dalrymple, e composto pelos CT USS Briscoe - DD 977 e USS Richard E. Byrd - DDG 23, a F USS Jesse L. Brown - FF 1089, o NDCC USS Manitowoc - LST 1180 e o SNA USS Tinosa - SS 606.

 

Em outubro, participou de uma Parada Naval durante a Operação PRESIDENTEX, em homenagem ao Presidente da Republica, José Sarney, embarcado no NAeL Minas Gerais – A 11. Dessa Parada também participaram as F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Constituição – F 42, Independência – F 44 e União – F 45; CT Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35, Alagoas – D 36, Rio Grande do Norte – D 37, Espírito Santo – D 38, Marcilio Dias – D 25 e Mariz e Barros – D 26; NTrT Custodio de Mello – G 20, Ary Parreiras – G 21 e Soares Dutra – G 22; NT Marajó – G 27; NE Brasil – U 27; NSS Gastão Moutinho – K 10 e os S Goiás – S 15 e Amazonas – S 16, que emergiram a bombordo do Minas Gerais.

 

1990

 

No dia do Aniversario da Força Aeronaval a Liberal, foi agraciada, pela terceira vez, com o Distintivo de Segurança de Aviação. Até essa data haviam sido realizados mais de 600 pousos a bordo.

 

Em junho, participou da Operação ADEREX-II/90, junto com as F Niterói - F 40, Constituição - F 42, Liberal - F 43 e Independência - F 44 e o S Tonelero - S 21, tendo visitado o porto de Vitória-ES.

 

Entre 17 e 26 de setembro, participou da Operação TEMPEREX-II/90, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo. A FT-98, sob o comando do ComemCh, VA Jelcias Baptista da Silva Castro, era composta também pelo NAeL Minas Gerais – A 11, F Niterói – F 40 e Defensora – F 41; CT Paraná – D 29, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NT Marajó – G 27; S Tonelero – S 21 e Amazonas – S 16, além de helicópteros de vários esquadrões da ForAerNav e aviões P-16 do 1º GAE.

 

1991

 

Em 30 de setembro, atingiu a marca de 1000 dias de mar.

 

Em cerimônia realizada na BAeNSPA, foi agraciada, pela quarta vez, com o Distintivo de Segurança de Aviação do ano de 1991, concedido pela DAerM.

 

Em 18 de novembro, completou 13 anos de serviço ativo.

 

Participou da Operação DRAGÃO, realizada no litoral de Santa Catarina, tendo inclusive controlado o lançamento de um Grupo de Comandos Anfíbios, lançados de um helicóptero Lynx por pára-quedas.

 

1992

 

Em março e abril, realizou viagem ao exterior, para participar da Operação CONTEX 922, junto com a F Independência - F 44. As duas fragatas, com helicópteros Lynx embarcados, fizeram parte do GT-443.4 formado também pelas Fragatas portuguesas NRP Corte Real - F 332, NRP Comandante Roberto Ivens - F 482, NRP João Roby - F 487 e NRP Baptista de Andrade - F 486, e o S NRP Albacora - S 163. Foram visitados os portos de Las Palmas (Ilhas Canárias), Lisboa (Portugal) e Recife-PE. O navio retornou ao Rio de Janeiro em 29 de abril, tendo feito 35,5 dias de mar e navegados 10.921.12 milhas náuticas.

 

Em junho, iniciou o seu quarto ciclo operativo, após uma Período de Manutenção Geral (PMG) de cerca de 11 meses.

 

1993

 

Após Experiência de Maquinas, Ciclo de Alinhamento, Vistoria de Segurança de Aviação (VSA) e PAD-CIASA, participou das comissões UNITAS XXXIV e ADEREX-II/93, visitando vários portos, entre eles Montevideo.

 

Participou da Operação TEMPEREX-II/93, junto com o NDD Ceará - G 30, Cv Jaceguai - V 31 e o S Tupi - S 30, entre outros navios.

 

1996

 

Em 4 de março, foi criado o Comando do 1º Esquadrão de Fragatas (ComEsqdF-1) da Força de Superfície, ao qual passou a ser subordinada.

 

Em 18 de outubro, completou 18 anos de sua incorporação, tendo atingido, até essa data, a marca de 1.500 dias de mar.

 

Entre 17 e 22 de novembro, integrou o Grupo-Tarefa brasileiro que participou da Operação FRATERNO XVI, realizada em águas argentinas. Além da Liberal integravam o GT o NAel Minas Gerais - A 11 (capitania), o CT Mariz e Barros - D 26 e o S Tamoio - S 31 que se juntaram ao GT depois da ARAEX. Participaram desse exercício pela Armada Argentina a F ARA Almirante Brown - D 10, e as Cv ARA Spiro - F 43 e ARA Guerrico - F 32 e ARA San Juan - S 42.

 

1997

 

Entre 20 e 29 de abril, após 12 anos desde sua ultima edição, foi realizada no litoral do Ceará a Operação VENBRAS-97, que contou além da Liberal, com a participação do CT Paraíba - D 28 e do NPa Graúna - P 42, do Grupamento Naval do Nordeste. Pela Marinha da Venezuela participaram a F ARV General Salom - F 25 e o NDCC ARV Goajira - T 63.

 

Em 22 de agosto, em GT com a F Bosisio - F 48 e o S Tamoio - S 31, realizou exercícios de operações anti-submarino e anti-superfície, operações aéreas e passagem de carga leve no mar, operando ao sul da Ilha Rasa, para demonstrar um pouco das atividades da Esquadra para uma comissão de parlamentares que embarcou nesses navios.

 

Entre 15 e 19 de setembro, participou de exercícios combinados na âmbito da 1ª Divisão da Esquadra (Com1ªDiv), sob o comando do Contra-Almirante Rayder Alencar da Silveira, na área Rio-Vitória, com a F Niterói - F 40, a Cv Frontin - V 33, o CT Paraná - D 29 e mais um da classe Pará, o S Tamoio - S 31 e o NT Almirante Gastão Motta - G 23.

 

Em 15 de outubro, foi imobilizada, sendo docada para iniciar os trabalhos do Programa de Modernização - ModFrag.

 

Em 18 de novembro, completou 19 anos de sua incorporação a Marinha do Brasil.

 

1998

 

Em janeiro, recebeu a visita do Senador e ex-Presidente da Republica José Sarney.

 

Em 15 de outubro, o navio foi docado para ser submetido ao Período de Manutenção Geral (PMG), e junto o Programa de Modernização (ModFrag). Dentro do ModFrag a Liberal e a Defensora foram as únicas unidades da classe a receber o sistema de CME ET/SLQ-1A.

 

2000

 

Em julho, foi submetida a vistoria de Segurança de Aviação, pelo Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (SIPAAerM).

 

2001

 

Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-1), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000, o mesmo que extinguiu o ComEsqdF-1.

 

Em 16 de fevereiro, integrou o GT 802.1, composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), F Greenhalgh - F 46, Rademaker - F 49, CT Pernambuco - D 30 e a Cv Frontin - V 33, que participou da Operação ARRIVEX, a chegada do NAe São Paulo - A 12, ao Brasil.

 

Foram feitos os primeiros testes de mar após o ModFrag.

 

Em abril, participou da Feira Internacional de Defesa - LAD 2001, realizada no Rio de Janeiro.

 

Em 23 e 24 de agosto, foram realizados testes preliminares de integração do SICONTA Mk-II. No dia 23, foi realizado um teste de integração entre o sonar EDO 997F, o SICONTA e o BOROC, e outro, da alça optrônica EOS-400, o SICONTA, o canhão Bofors Mk-3 de 40 mm e o canhão Vickers de 4.5". No dia 24, foi realizado o teste de integração do sonar EDO 997F, SICONTA e o torpedo Mk 46.

 

2002

 

Entre 31 de janeiro e 5 de fevereiro, realizou exercícios na área marítima entre o Rio de Janeiro e Santos-SP, compondo junto com o NDD Ceará - G 30, o GT 801.2, sob o Comando do ComEsqdE-1. No dia 4 realizou exercício operacional de tiro direto sobre alvo da Ilha de Alcatrazes, acompanhados, a bordo, pelo Ministro da Defesa (MD) Dr. Geraldo Quintão e o Chefe do Estado-Maior de Defesa (CEMD), Almirante-de-Esquadra José Alfredo Lourenço dos Santos.

 

Entre 19 e 22 de julho, visitou o porto de São Sebastião-SP, durante uma serie de exercícios realizados na Ilha de Alcatrazes.

 

2004

 

Em junho, faltavam ser reinstalar os módulos SLDM Chaff e o CME ET/SLQ-1A. A previsão para o termino dos trabalhos era então fevereiro de 2005.

 

Entre 10 e 13 de dezembro, visitou o porto de Santos-SP, participando das comemorações do Dia do Marinheiro.

 

2005

 

Em 11 de março, retornou ao setor operativo junto com a F Independência, sendo entregue a Esquadra.

 

Entre 15 de agosto e 2 de setembro, participou da Operação ESQUADREX 05, sob o comando do VA Aurélio Ribeiro da Silva Filho, ComenCh e dos CA Antonio Alberto Marinho Nigro, ComForSup e Sergio Antonio da Conceição Freitas, ComDiv1Esq. Também estiveram presentes na comissão, o NDD Ceará – G 30, as F Defensora – F 41 (capitânia), Independência – F 44 e Rademaker – F 49, CT Pará – D 27, Cv Inhaúma – V 30, NT Marajó – G 27 e S Tapajó - S 33. Também participaram em apoio a operação os NPa Guaporé – P 45 e Gurupá – P 46. Depois de escalarem em Santos-SP entre os dias 19 e 22, a FT suspendeu para Vitória-ES. No retorno ao Rio de Janeiro, foram realizados exercícios de Controle de Área Marítima (CAMEX). Durante a Operação estiveram embarcados observadores da FAB e do EB, e na fase de CAMEX houve a participação de aeronaves P-95A/B Bandeirulha dos quatro Esquadrões do 7º GAv e R-99A do 2º/6º GAv.

 

Entre 20 e 28 de setembro, integrando GT com as F Defensora - F 41 (capitânia), Independência - F 44 e Greenhalgh - F 46, o CT Pará - D 27, as Cv Inhaúma - V 30 e Jaceguai - V 31, o NT Marajó - G 27 e o S Tupi - S 30, participou da Operação MISSEX-05, quando foi afundado em alto-mar, ao largo da costa do Rio de Janeiro, o casco do ex-NTrT Soares Dutra - G 22, que depois de receber um míssil Exocet MM-40 disparado pela F Greenhalgh - F 46, disparos de canhão dos navios do GT, foi finalmente posto a pique por uma esquadrilha de caças A-1 AMX. Foi visitado o porto de Santos-SP.

 

Entre 7 e 10 de outubro, esteve em Vitória-ES, junto com a F União - F 45.

 

Realizou PAD/CIASA.

 

Em 16 de outubro, participou da Parada Naval ao longo da orla do Rio de Janeiro, como parte das comemorações dos 183 anos da criação da Esquadra brasileira, junto com a F Rademaker – F 49, Bosísio – F 48, Niterói – F 40, Defensora – F 41 e Independência – F 44, as Cv Jaceguai – V 31, Júlio de Noronha – V 32, Frontin – V 33, e o CT Pará – D 27, além de vários helicópteros da ForAerNav.

 

2006

 

Em 29 de outubro, prestou apoio aos demais navios que participaram da UNITAS XLVII.

 

Em 11 de dezembro, recebeu o Troféu Operativo "Uno-Lima" de Operações Navais na Guerra Anti-Submarino, em cerimônia presidida pelo ComenCh, AE Aurélio Ribeiro da Silva Filho, pelo desempenho nos adestramentos de operações navais na guerra eletrônica, no decorrer do ano.

 

2007

 

Em 1º de outubro, deixou o porto de Santos-SP.

 

2008

 

Entre 18 e 23 de janeiro, esteve em Salvador-BA, onde participou das comemorações dos 200 Anos da Chegada da Família Real ao Brasil, inclusive participando da Parada Naval em Salvador, no dia 22, junto com as F Greenhalgh - F 46, Rademaker - F 49, Niterói - F 40, Defensora - F 41, NT Almirante Gastão Motta - G 23, NV Cisne Branco - U 20, RbAM Triunfo - R 23, NPa Gravataí - P 51 e os Aratu - M 15, Anhatomirim - M 16 e Albardão - M 20. O evento contou com a participação do Governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner, do Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Aurélio Ribeiro da Silva Filho e do Comandante do 2º Distrito Naval, Vice-Almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer, entre outras autoridades civis e militares.

 

Em 27 de janeiro, participou do Desfile Naval, realizado de fronte a orla do Rio de Janeiro, comemorativo ao Bicentenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas, junto com as F Niterói - F 40, Defensora - F 41, Independência - F 44, Greenhalgh - F 46 e Rademaker - F 49, NT Alte. Gastão Motta - G 23, RbAM Tridente - R 22, NPa Gurupi - P47, NDCC Mattoso Maia - G 28, NHi Sirius - H 21, NHO Taurus - H 36 e o S Timbira - S 32, além do Navio Tanque Pirajuí, da PETROBRAS, representando a Marinha Mercante.

 

Em 9 de maio, participou de Desfile Naval, realizado como parte das comemorações alusivas ao 200º Aniversário do Corpo de Fuzileiros Navais, junto com o NDCC Garcia D'Avila - G 29, a F  Bosísio - F 48, as Cv Júlio de Noronha - V 32 e Frontin - V 33, o NT Almirante Gastão Motta - G 23, o NSS Felinto Perry - K 11, o NHi Sirius - H 21, o S Tamoio - S 31 e o NPa Guaporé - P 45.

 

 

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

 

Comandante Período
CMG Hilton da Silva Sobrinho 18/11/1978 a __/__/19__
CMG Domingos Alfredo Silva __/__/19__ a __/__/19__
CMG José Alberto Accioly Fragelli  __/__/1987 a __/__/19__
CF Petrônio  __/__/2002 a __/__/2004

 

I m a g e n s

 

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B i b l i o g r a f i a

 

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- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 439, jan. 1980; n.º 459, set. 1981; n.º 460, out. 1981; n.º 467, mai. 1982; n.º 496, out. 1984; n.º 500, fev. 1985; n.º 502, abr./mai./jun. 1985; n.º 503, jul. 1985; n.º 506, out. 1985; n.º 509, jan. 1986; n.º 519, nov. 1986; n.º 520, dez. 1986; n.º 527, jul. 1987; n.º 531, nov. 1987; n.º 539b, jul. 1988; n.º 548, abr. 1989; n.º 555, nov. 1989; n.º 556, dez. 1989; n.º 564, ago. 1990; n.º 568, dez. 1990; n.º 569, jan. 1991; n.º 579, nov. 1991; n.º 582, fev. 1992; n.º 586, jun. 1992; n.º 613, fev. 1994; n.º 653, nov/dez 1996; n.º 654, jan 1997; n.º 660, jun. 1997; n.º 666, nov. 1997; n.º 668, dez. 1997; n.º 670, fev. 1998; n.º 711, jul. 2001; n.º 713, set. 2001; n.º 718 fev. 2002.

 

- Revista Passadiço - Publicação do Centro de Adestramento Almirante Marques Leão. Niterói, Niterói, RJ, n.º 25, Ano XVIII - 2005; n.º 27, Ano XX - 2007.

 

- Revista Segurança & Defesa, N.º7, Rio de Janeiro, Contec Editora, 1985.

 

- Revista Força Aérea. Rio  de Janeiro, Action Editora, n.º23, jun./jul./ago. 2001.

 

- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, Editora Aquarius, N.º 11, fevereiro de 1984; N.º 21, 1985.