‘Cisne Branco’ aberto à visitação em Salvador neste fim de semana
A Marinha do Brasil informou, via Twitter, que o navio veleiro Cisne Branco visitará a cidade de Salvador (BA) neste final de semana, dias 15 e 16 de fevereiro. Nestes dias, o navio estará aberto à visitação pública gratuita das 14h às 18h.
Ainda segundo a Marinha, o Cisne Branco ficará aberto à visitação no Porto de Salvador, que fica na região da Cidade Baixa.
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“Ele representa o Brasil em diversos eventos náuticos, tanto nacionais como internacionais, estreitando laços com as marinhas amigas, além de exercer funções diplomáticas, de relações públicas e de treinamento. “
Parece-me volátil.
A sigla do navio é NVe – navio veleiro.
Se fosse “navio volátil” seria NVo.
Não o navio. As missões.
Treinamento é volátil? Aprofunde o tema, por favor.
Eventos náuticos. Quais eventos? Regatas, competições, adestramento, içar as velas? Veleiros semelhantes de outras marinhas competem com o Cisne Branco? Há locais/mares/operações para esses navios? Estreitando laços. Nossa Marinha mede isso com a quantidade de visitas realizadas? Como me convenço do estreitamento, da camaradagem, das conveniências desses laços? O Cisne Branco navega em águas tranquilas…não entra em mares do Oriente…então ele só estreita laços sempre do mesmo jeito…sempre nos mesmos portos? Mais do mesmo? Marinhas amigas. Tentamos comprar S400, chineses retiraram o edital das Tamandares mas não enviaram proposta, parece (minha percepção) que ficaram azedas as relações com italianos que… Read more »
Quanto a volatilidade do treinamento.
Em épocas de guerras eletrônicas, aviões não tripulados, mísseis de todos os tipos, navios cada vez mais dispendiosos e onerosos, faz sentido pensar que treinamento em um veleiro pode ficar disperso?
Até quando ou aonde pretendemos atingir (qual o grau de excelência.) treinando em um veleiro?
Ou esse treinamento está direcionado a manter as tradições?
nem tanto em tradição já que, diferente de outras marinhas que usam veleiros como navios-escola, não há guardas-marinhas embarcados nessas longas viagens ao exterior.
Os Aspirantes da EN, dos quatro anos, embarcam no NVe para formação marinheira.
Então esta parte do seu ponto de visto e concordo que pode parecer até mesmo inútil pensar em vantagens ao estudar este tipo de embarcações.
Mas depois que de ouvir um engenheiro explicando (e mostrando) toda a lógica por trás de um Galeão, percebi o valor deste navio. E este conhecimento não podemos perder! E ainda tive a honra de ouvir um especialista no Museu da Marinha de Portugal. Foi mais de uma hora de explicação. Quem ficou feliz foi a patroa…
E, para quem não sabe, foram os português a criar a tecnologia de navegação contra o vento. Conhecimento este que não veio por acaso mas sim, por um investimento massivo em pesquisa e desenvolvimento na época.
Nem tanto de tradição, mas de atitude, nada melhor para, aprender os parametros da navegação, da mesma maneira que não se ensina a dirigir em carro automático sob pena de não se saber o que fazer quando não dispuser de toda tecnologia.
Carro automático é da década de 1950. Carros com câmbio manual são minoria em vários mercados.
São minoria mas existem é o mané que só sabe dirigir automática fica com carta de tonto querendo saber o que fazer com o terceiro pedal…é a mesma coisa no mar, se ficar sem vos é radar precisa conhecer os fundamentos da navegação.
Pela lógica apresentada, um engenheiro não deve estudar a tabuada pois um computador (CAD/CAM/CAE) irá calcular tudo. Todo treinamento deve ter uma base, e imagino que o treinamento em um veleiro vai te ensinar os primórdios da navegação (tabuada) para um dia utilizar o melhor da tecnologia embarcada (computadores).
Pois é. Tabuada.
Boa comparação.
Esteves,
Vários colegas abaixo já te responderam algumas das questões , para outras você pode ler as matérias dos links ão final desta.
Grato.
Olá Nunão. Onde é a base do Cisne Branco?
Camargo, tenho certeza que o Nunão irá responder Base Naval do Rio de Janeiro, então tomei a liberdade de me antecipar a ele !
Isso, BNRJ.
Obrigado Dalton e Nunão. Acho que em todas as vezes que fui ao Rio de Janeiro nos últimos anos ele estava fora ou escondido atrás de alguma coisa que prejudicava minha visão. Eu não lembro de te-lo visto uma unica vez. Acho que tenho mais um motivo para passar um fim de semana de turista no Rio de Janeiro. Tirar uma foto do Cisne Branco
Embarcações deste tipo servem mais como relações públicas do que para treinamento efetivo, como na matéria sobre o Sagres, é uma representação flutuante de Portugal.
Pois é…
Nunão, onde podemos consultar os portos de parada dos navios da esquadra? Pergunto, pois queria me programar para levar o filho para conhecer a nossa marinha.
Bus stop.
The Hollies. 1966.
Visitei hoje o navio no porto de Salvador e a impressão que tive é que se trata de uma magnífica e imponente embarcação, belíssima. A tripulação altamente receptiva. Quanto a função e utilidade da galera, questionada por um dos colegas do forum são (fiz questão de perguntar) diplomacia naval, treinamento de efetivos da marinha de todas as graduações, em especial os futoros guardas-marinhas, e competitivo (há regatas entre veleiros de várias marinhas do mundo). Segundo me foi informado é um veleiro de porte mediano, sendo que é maior que o argentino, mas que grande mesmo são os veleiros alemães e… Read more »
Já ia me esquecendo, há uma moderna parafernalha de navegação embarcada, radar de navegação moderno. O navio é do ano 2000, construído na Holanda.