Força-Tarefa Anfíbia italiana realiza exercícios no Mar Tirreno com frota completa

A Marinha Italiana conduziu recentemente exercícios navais no Mar Tirreno, destacando sua força-tarefa anfíbia completa. O exercício “Mare Aperto 25” contou com a participação do novo porta-helicópteros de assalto anfíbio ITS Trieste, juntamente com os navios de desembarque doca (LPD) San Giorgio, San Marco e San Giusto.
O ITS Trieste, entregue à Marinha Italiana em dezembro de 2024, é o maior navio de guerra de superfície construído na Itália desde a Segunda Guerra Mundial. Com capacidade para operar aeronaves F-35B, o Trieste substituiu o Giuseppe Garibaldi como nau capitânia do Grupo-Tarefa Anfíbio.
Os navios da classe San Giorgio, incluindo o San Giorgio, San Marco e San Giusto, são peças fundamentais na projeção de forças anfíbias da Itália. Essas embarcações podem transportar um batalhão de tropas e veículos blindados, além de possuírem docas inundáveis para operações de desembarque.
O exercício “Mare Aperto 25” também envolveu a participação de oito países da OTAN, mobilizando cerca de 6.000 soldados e mais de 120 veículos, reforçando a cooperação internacional e a prontidão operacional das forças anfíbias.
A realização desses exercícios demonstra o compromisso da Marinha Italiana em manter uma força anfíbia moderna e eficaz, capaz de responder a uma variedade de cenários operacionais e de colaborar estreitamente com aliados internacionais.
A marinha italiana criou uma frota compacta, mas com navios modernos e de grande flexibilidade e poder de fogo, um exemplo a ser seguido.
Já disse várias vezes:
A Marinha Italiana é o que a MB deveria ser.
Não só a MB, mas as forças armadas do Brasil deveriam ser, em termos de equipamentos, algo entre a Espanha e Itália.
Em contingente não necessariamente, só a MB e a FAB. Eu vejo o Exército pertinente com seu contingente oficial na casa dos 210 mil – o problema aqui são os extravagantes benefícios previdenciários –, em compensação o Exército não deveria receber mais investimentos que a FAB e a MB, que operam vetores mais custosos de comprar, operar e manter, sobretudo os vetores da MB.
Na maioria dos países que comparam o Brasil, os “benefícios” previdenciários são melhores…
Embora o recurso do MD seja, em valor, equilibrado entre as Forças, o Fundo Naval e da FAB são bem maiores que do EB.
Da Marinha chega a ser mais de 10 vezes maior q do EB.
Marinha arrecadando quase 20 bilhões e EB menos de 2.
Fossem os fundos totalmente revertidos pras forças, muito seria feito de forma mais planejada, mas são sempre contingenciados.
Compacta para os padrões americanos e chineses, mas hoje em dia a MM está á com mais escoltas do que a gloriosa RN e com ambições ainda maiores. Considere os 2 destroyers orizzonte, 10 FREMM ( 2 foram vendidas ao Egito, as substitutas serão entregues até o final desse ano ) 4 PPA ( no total deveriam ser 7 , 2 vendidos para a Indonésia e mais um que será entregue no 2026) . E ainda faltam, para os próximos anos os PPX, DDX e EPC ( corvetas praticamente idênticas nas especificações as nossas Tamandaré) . Claro , a RN… Read more »
Lindo o Trieste, Bom substituto para o nam atrântico.
Fato curioso não estar participando nenhum navio de escolta. Parabéns a marinha italiana
Está ai uma administração naval, que causa orgulho a sua nação. Nós nos tornamos república e acabamos com nosso poder naval, Eles fizeram o contrário, ao se tornarem República, racionalizaram, profissionalizaram e potencializaram o seu poder naval. Recentemente diminuíram o pessoal, com muitos navios e nós, sempre no caminho inverso, aumentamos, quase sem navios. resumindo: inveja…
Durante a maior parte do Século XIX a Armada Imperial foi a força mais forte do continente Americano, e estava entre as 5 mais fortes do Mundo durante vários anos, segundo vários autores, inclusive Kinsinger constata isso em um dos seus livros. Em alguns períodos, sobretudo após a Guerra do Pacífico entre Peru e Bolívia x Chile, o Chile esteve parelho, mas o século foi da Armada Imperial. A Armada Imperial teve base ultramar em Cabinda (Angola) – única vez na história do Brasil – e foi o principal vetor nas Guerras Platinas. Simplesmente o período que o Brasil mais… Read more »
impressionante como diversos países conseguem administrar de forma competente e eficaz seus recursos para terem uma marinha capaz e respeitável, enquanto que aqui permanecemos parados no tempo.
Atraso é vocação.
A nossa MB cuida de enormes ativos navais. Seu trabalho das capitanias com esse extenso litoral habitado e malha fluvial é ímpar.
Não fazemos parte de nenhuma coalizão, como a OTAN, q nos trás benefícios e facilidades.
Não temos as ameaças q a Itália e Espanha, por suas localizaçoes e políticas externas tem.
Temos profundos gastos sociais.
Metade do q poderia ser arrecadado é sonegado.
De corromper a matar, não dá em nada no Brasil…
Dá mesmo pra comparar?