aiiii (de sem saco) os mesmos super comentarios apesar de ser mil 300 456,6789.98 mil vezes exlanado o porque da ramonagem …
e assim caminham os comentariuos …
Observador
Visitante
12 anos atrás
O que me chama a atenção é o tamanho da ilha do porta-aviões russo.
Chega a ser desproporcional. E deve dar ao navio uma seção reta radar enorme.
Fabio ASC
Visitante
12 anos atrás
Já assisti a vídeos de PA americanos fazendo manobras incríveis, mas não achei nada destes, nem da época que ainda eram russos.
Será que manobra bem?
daltonl
Membro
12 anos atrás
O tamanho da “ilha” justifica-se pelo seguinte: este navio não foi originalmente construido como um NAe, inclusive a parte dianteira era
ocupada por misseis e outras armas e como havia “pouco” espaço abaixo do convoo, devido a pequena borda livre, muita coisa que normalmente ficaria abaixo do convoo foi para a “ilha”.
era para imitar um cruzador, já que pelo tratado do bósforo, a rússia não deveria passar com um porta-aviões no estreito.
Observador
Visitante
12 anos atrás
Caro Admiral Daltonl: Isto mostra bem a diferença de doutrina entre a antiga URSS e os EUA: a primeira não acreditava no conceito do porta-aviões, que achava caro e vulnerável. Preferiram reinventar a roda, com este conceito de cruzador pesado com defesa aérea própria. Disto resultou que o navio tinha poucos aviões e poucos P-700 Granit. É o que dá misturar um porta-aviões com um cruzador: não faz bem nenhuma das missões. Daí, no final acaba virando um “porta-aviões submersível”, nas palavras do amigo MO. Agora arrumaram o conceito transformando-o num porta-aviões de verdade (embora porta-aviões de verdade para mim… Read more »
daltonl
Membro
12 anos atrás
Concordo Observador…tanto que a antiga União Sovietica, apesar de menosprezar os NAes da US Navy, tinha já nos seus anos finais, projetos
de Naes semelhantes aos da US navy.
De qualquer maneira, apesar das limitações, o Vikramaditya, será um grande avanço quando comparado ao velho ex-HMS Hermes que ainda encontra-se em serviço.
Não sei porque???, toda vez que tento ler este nome, me vem a cabeça “VIDAMALDITA”…, kkkkk
E pensar que tinha uma turma descendo a borduna no São Paulo por causa da fumaceira…
Flighter, na verdade foi uma galerinha aqui do Brasil que apelidou o NAe São Paulo de “Vidamardita” enquanto os indianos tem o Vikramaditya. 🙂
É a carvão esse bicho ai???? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Ele queima óleo assim como o nosso NAe São Paulo. É movido por caldeiras e turbinas a vapor.
aiiii (de sem saco) os mesmos super comentarios apesar de ser mil 300 456,6789.98 mil vezes exlanado o porque da ramonagem …
e assim caminham os comentariuos …
O que me chama a atenção é o tamanho da ilha do porta-aviões russo.
Chega a ser desproporcional. E deve dar ao navio uma seção reta radar enorme.
Já assisti a vídeos de PA americanos fazendo manobras incríveis, mas não achei nada destes, nem da época que ainda eram russos.
Será que manobra bem?
O tamanho da “ilha” justifica-se pelo seguinte: este navio não foi originalmente construido como um NAe, inclusive a parte dianteira era
ocupada por misseis e outras armas e como havia “pouco” espaço abaixo do convoo, devido a pequena borda livre, muita coisa que normalmente ficaria abaixo do convoo foi para a “ilha”.
era para imitar um cruzador, já que pelo tratado do bósforo, a rússia não deveria passar com um porta-aviões no estreito.
Caro Admiral Daltonl: Isto mostra bem a diferença de doutrina entre a antiga URSS e os EUA: a primeira não acreditava no conceito do porta-aviões, que achava caro e vulnerável. Preferiram reinventar a roda, com este conceito de cruzador pesado com defesa aérea própria. Disto resultou que o navio tinha poucos aviões e poucos P-700 Granit. É o que dá misturar um porta-aviões com um cruzador: não faz bem nenhuma das missões. Daí, no final acaba virando um “porta-aviões submersível”, nas palavras do amigo MO. Agora arrumaram o conceito transformando-o num porta-aviões de verdade (embora porta-aviões de verdade para mim… Read more »
Concordo Observador…tanto que a antiga União Sovietica, apesar de menosprezar os NAes da US Navy, tinha já nos seus anos finais, projetos
de Naes semelhantes aos da US navy.
De qualquer maneira, apesar das limitações, o Vikramaditya, será um grande avanço quando comparado ao velho ex-HMS Hermes que ainda encontra-se em serviço.
abraços